26 novembro, 2012
21 novembro, 2012
Aprendes e Descobres
Depois de algum tempo descobres que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante das quais te arrependerás pelo resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias e que o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tu tens na vida. Que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendes que os amigos mudam, percebes que teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas por ti muito depressa, por isso talvez devesses começar a pensar em cuidar delas enquanto as tens, pois poderá ser a última vez que as vês. Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre ti, mas só tu és responsável por ti mesmo. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser. Descobres que levas muito tempo para te tornar a pessoa que queres ser e que o tempo é curto. Aprendes que não importa o que já atingiste, mas sim o que ambicionas atingir. Aprendes que, ou controlas os teus atos ou eles te controlarão a ti. Descobres que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada e frágil é uma situação visto q existem sempre dois lados.
Descobres que heróis são as pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências daquilo que escolheram, e que a paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes as pessoas que esperas ter do teu lado são as primeiras a ir, e as de que nada esperas são as que ficam. Aprendes que maturidade está mais relacionado com as experiências por que passas do que pela idade que tens.
Descobres que por vezes há pessoas que não sabem como demonstrar ou viver aquilo que sentem. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens de aprender a perdoar-te a ti próprio. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, pois o mundo não pára nem sequer espera que tu sintas que o consertaste.
Por isso, cria o teu caminho e não esperes que alguém o crie por ti. Talvez nessa caminhada aprendas que és mais forte do que pensas e que consegues ir mais longe do que imaginas e, em vez de estagnares e perderes o tempo que te foi oferecido, aproveitas e aprendes. Aprendes que o tempo não para e te foge por entre os dedos ..
16 novembro, 2012
A casa
A porta que se tinha aberto fechou mesmo antes de deixar
abrir as janelas. O vento que com ela trouxe apagou as velas ainda acesas nesta
velha casa à espera de ser habitada e recuperada por alguém capaz.
E assim se foi. Levou com ele todas as recordações e os momentos guardados entre aquelas paredes que ainda iam dando vida à mesma. Com ele teve a força e a capacidade de levar o que a alimentava,
E assim se foi. Levou com ele todas as recordações e os momentos guardados entre aquelas paredes que ainda iam dando vida à mesma. Com ele teve a força e a capacidade de levar o que a alimentava,
o que a ía fazendo recuperar.
A casa que tinha a esperança de renascer, acabou morrendo na praia sem retorno. Uma hipótese que agarrou, acabando por ver dissipar no tempo quando a julgava em parte sua.
E tudo o que à sua volta ía ganhando vida com aquela esperança existente, morreu numa arrogante passagem que suavemente foi deixando o seu rasto, levando o que lhe tinha dado vida.
Estando já tudo a dissipar-se em torno dela e ela a enfraquecer com a força do vento que por ela entrou e tudo mudou, ela desiste. Já sem força para fazer frente aquela inocente brisa que levou brutalmente e planeadamente o que lhe ía pertencendo, fecha de vez a sua porta com um cuidado alterado devido à fragilidade existente em todas as suas estruturas prestes a ruir.
As árvores à sua volta acabam por perder as folhas, deixando-as cair lentamente no solo para que se deixem ir com a brisa existente. Já nada as prende, não há motivo para que lá permaneçam agarradas quando tudo está indo. A dita brisa continua fazendo o seu papel, acabando por levar o pouco que restava. Aquelas inocentes folhas que tendiam para ficar, foram levadas numa última e breve passagem da qual nada restou.
E assim, a casa velha e abandonada que ainda acreditou numa cuidado recuperação, acabou por estagnar no seu estado degradado.
A casa que tinha a esperança de renascer, acabou morrendo na praia sem retorno. Uma hipótese que agarrou, acabando por ver dissipar no tempo quando a julgava em parte sua.
E tudo o que à sua volta ía ganhando vida com aquela esperança existente, morreu numa arrogante passagem que suavemente foi deixando o seu rasto, levando o que lhe tinha dado vida.
Estando já tudo a dissipar-se em torno dela e ela a enfraquecer com a força do vento que por ela entrou e tudo mudou, ela desiste. Já sem força para fazer frente aquela inocente brisa que levou brutalmente e planeadamente o que lhe ía pertencendo, fecha de vez a sua porta com um cuidado alterado devido à fragilidade existente em todas as suas estruturas prestes a ruir.
As árvores à sua volta acabam por perder as folhas, deixando-as cair lentamente no solo para que se deixem ir com a brisa existente. Já nada as prende, não há motivo para que lá permaneçam agarradas quando tudo está indo. A dita brisa continua fazendo o seu papel, acabando por levar o pouco que restava. Aquelas inocentes folhas que tendiam para ficar, foram levadas numa última e breve passagem da qual nada restou.
E assim, a casa velha e abandonada que ainda acreditou numa cuidado recuperação, acabou por estagnar no seu estado degradado.
15 novembro, 2012
...
Há coisas que não se descrevem, não se explicam e nem se imaginam, apenas se sentem. Aquelas coisas que vêm bem de dentro e que nós sentimos que nos muda.
Por mais que tentemos encontrar palavras para as descrever, mais as palavras se afastam daquilo que tentamos transmitir. Quanto mais as tentamos explicar, menos são as explicações possíveis e os motivos encontrados encontrados para que as coisas sejam de um certo jeito. E, quanto mais tentamos imaginar, mais elas se afastam da realidade, e na maioria das vezes, o vivido é bem melhor do que o imaginado. Cada momento é único e cada coisa é sentida de um modo diferente.
Passamos a estar ligados aquilo que julgamos nos fazer bem e felizes, ligados aquilo que julgamos ser verdadeiro, que nos completa.
Agarramo-nos ao errado e no fim acabamos por perceber que tudo não passava de uma mera ilusão.
Por mais que tentemos encontrar palavras para as descrever, mais as palavras se afastam daquilo que tentamos transmitir. Quanto mais as tentamos explicar, menos são as explicações possíveis e os motivos encontrados encontrados para que as coisas sejam de um certo jeito. E, quanto mais tentamos imaginar, mais elas se afastam da realidade, e na maioria das vezes, o vivido é bem melhor do que o imaginado. Cada momento é único e cada coisa é sentida de um modo diferente.
Passamos a estar ligados aquilo que julgamos nos fazer bem e felizes, ligados aquilo que julgamos ser verdadeiro, que nos completa.
Agarramo-nos ao errado e no fim acabamos por perceber que tudo não passava de uma mera ilusão.
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