Porque a vida é matemática, o que escorregou das mãos não prende mais. O que a gente subtrai numa equação, soma noutra mais à frente. O que a gente não sente em nada complica a matemática vivida, e o que a gente sente resolve o modo como a equação é acabada. Eu conto, contei e continuarei a contar a matemática da vida, porque como a matemática, a vida não se questiona, resolve-se, vive-se.
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